HAVERÁ LUGAR PARA O NOVO HOMEM NA SOCIEDADE DO FUTURO?
Haverá lugar para o novo homem na sociedade do futuro? Já pensou que os alarmantes índices de desemprego em todo o mundo podem ser fruto do feminismo? Segundo relatório da ONU, o salário pago a uma mulher corresponde, em média, a 76% do que ganha um homem em igual posiçãoMuito se fala sobre o papel do homem no mundo pós-feminista.
O escritor americano P.J. ORourke, autor do hilário Etiqueta Moderna Finas Maneiras para Gente Grossa (Editora Conrad), foi capaz de enxergar uma luz no fim desse tenebroso túnel. Ele concorda que as mulheres tomaram os empregos dos homens, mas garante que ainda existem várias coisas masculinas que elas nunca quiseram fazer. Descarregar caminhão de cimento é uma delas. Talvez a única.
Mulheres já fumam cachimbo, jogam beisebol, pilotam espaçonaves e filosofam em botequins para ficar em apenas quatro ocupações originalmente masculinas. Na Inglaterra, país mais acostumado à dominação da mulher (eles já tiveram Margaret Tatcher, lembra?), a divisão de trabalho entre ladies and gentlemen ruiu no tempo da revolução industrial, há mais de duzentos anos.
Algumas inglesas são açogueiras, garis e trabalham na construção civil. Outras conseguem ser rainhas. Durante a II Guerra, um pelotão feminino ergueu uma ponte sobre o rio Tâmisa. A ocupação desenfreada de postos de trabalho por mulheres é só mais uma das formas de opressão sobre o homem atual. Sem ter mais o que fazer, o homem do futuro parece fadado a ficar em casa, assistindo futebol pela TV e bebendo cerveja exatamente aquilo mais irrita as mulheres.
PARALELA
www.paralela.com.br
O escritor americano P.J. ORourke, autor do hilário Etiqueta Moderna Finas Maneiras para Gente Grossa (Editora Conrad), foi capaz de enxergar uma luz no fim desse tenebroso túnel. Ele concorda que as mulheres tomaram os empregos dos homens, mas garante que ainda existem várias coisas masculinas que elas nunca quiseram fazer. Descarregar caminhão de cimento é uma delas. Talvez a única.
Mulheres já fumam cachimbo, jogam beisebol, pilotam espaçonaves e filosofam em botequins para ficar em apenas quatro ocupações originalmente masculinas. Na Inglaterra, país mais acostumado à dominação da mulher (eles já tiveram Margaret Tatcher, lembra?), a divisão de trabalho entre ladies and gentlemen ruiu no tempo da revolução industrial, há mais de duzentos anos.
Algumas inglesas são açogueiras, garis e trabalham na construção civil. Outras conseguem ser rainhas. Durante a II Guerra, um pelotão feminino ergueu uma ponte sobre o rio Tâmisa. A ocupação desenfreada de postos de trabalho por mulheres é só mais uma das formas de opressão sobre o homem atual. Sem ter mais o que fazer, o homem do futuro parece fadado a ficar em casa, assistindo futebol pela TV e bebendo cerveja exatamente aquilo mais irrita as mulheres.
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